Veraneio detestável II


O nome dessa poesia vem seguido pela representação numérica romana que indica ser a poesia a segunda composição do autor com este nome. Isso se deve ao fato de que na primeira "Veraneio detestável", a ideia pretendida não foi bem representada nos versos postos à época e por isso foi criada a segunda versão, que dessa vez teve sua proposta contemplada.


Veraneio detestável II é uma poesia catártica. São 6 estrofes onde os versos são carregados de uma vigorosa não aceitação de condições adversas. Adversidades estas representadas por parâmetros antepostos à condições pretendidas e que seriam baseadas num passado distinto da realidade de então.


Passado visto como um ideal > Presente adverso < Futuro idealizado com supedâneo no passado


É um texto subversivo pois dá-se a entender que foi aceita por parte do personagem uma condição de rebaixamento moral beligerante como uma forma de encarar a realidade adversa do mundo que se apresenta, sendo esta uma forma de se nivelar a um combate que se entende por tirânico.


A decisão de abandonar um pedaço do coração, mas manter a ambição é tida pelo personagem como uma rota e uma forma de seguir seu caminho ideal. Ele não questiona o peso das suas revogações e de suas alternativas e assim segue errante, pretendendo estabelecer sua conquista através do vigor de uma ambição que pretende seja tão forte quanto o brado que o oprime e lhe causa detestação.



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